André Vieira, iG São Paulo | 13/05/2011 12:41
Década de ouro faz grandes grupos crescerem 2,5 vezes além do PIB
Levantamento do iG revela que 19 dos 20 maiores grupos nacionais faturam mais de R$ 10 bilhões. Há dez anos, eram apenas dois
Na primeira década do século 21, os maiores grupos brasileiros cresceram numa velocidade 2,5 vezes acima da expansão da economia brasileira.
No detalhe, o faturamento dos 20 maiores grupos nacionais de capital privado subiu 534% entre os anos de 2000 e 2010, alcançando uma receita bruta conjunta de R$ 587,9 bilhões. No primeiro decênio do século, o lucro consolidado destes grupos chegou a R$ 60,3 bilhões no ano passado, o que significou uma alta de 678% na comparação com o ganho líquido obtido em 2000.
As conclusões fazem parte de um levantamento inédito elaborado pelo iG com os dados dos 20 maiores grupos de capital privado de controle nacional. Nesta década de ouro para os grupos brasileiros, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 212%, a maior expansão observada desde o Milagre Econômico.
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EXAME - 12/01/2011
O bom momento dos eventos no Brasil deve continuar nos próximos anos. “É uma década de ouro”, disse Alexis Pagliarini, vice-presidente da Ampro (Associação de Marketing Promocional). O executivo lembra que, além da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos, o Brasil sedia os Jogos Mundiais Militares, neste ano, e pleiteia ser sede da Expo Mundial, em 2020.
Foram três os principais fatores de crescimento do mercado de eventos em 2010 no Brasil. O primeiro deles é a melhora na renda do brasileiro. Em segundo lugar, o baixo preço do dólar e, em terceiro, a crise na Europa e nos Estados Unidos, que fez com que o show business olhasse para o Brasil como uma opção. “Com o resto do mundo em crise, ocorreu uma migração para a América Latina, principalmente para o Brasil”, disse Helder Castro, diretor geral da Total On Demand e do SWU.
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Diário do comércio (Antonella Salem - 22/10/2009 - 20h49) - Turismo
O presidente da Abav Nacional, Carlos Alberto Amorim Ferreira, destacou que "mais do que qualquer outro setor, o Turismo tem muito a comemorar", referindo-se à conquista do Rio como sede da Olimpíada e à Copa, mas reforçou aos líderes presentes o apelo pela aprovação do projeto de lei que regulamenta a atividade das agências de turismo, uma luta que se estende por oito anos, e pediu mais engajamento na liberação de verbas para infraestrutura.
A ministra Dilma anunciou a criação do PAC da Copa e do PAC Olímpico. De acordo com o ministro Luiz Barretto, o BID assegurou US$ 1 bilhão para o Prodetur, que agora tem abrangência nacional. "Esses recursos estão financiando, por exemplo, a zona portuária do Rio." Soma-se a isso, segundo Barretto, todo o investimento do PAC, coordenado pela ministra Dilma, e fundamental para desafogar o trânsito das grandes cidades, ampliar aeroportos, rodoviárias, estradas, portos e ferrovias do país. O site do ministério para a Copa (www.copa2014.turismo.gov.br)
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Revista Perfil - Ricardo Amorim, 10 de Dezembro de 2010 - Economia
Nas próximas décadas, o PIB brasileiro deverá crescer duas vezes mais rápido do que nas três últimas décadas, criando oportunidades de negócios excepcionais em vários setores. O mercado de capitais crescerá ainda mais rapidamente. Não por acaso, a recente operação de lançamento de ações da Petrobrás foi a maior já feita no planeta.
MUDANÇA DO CENTRO DE GRAVIDADE DA ECONOMIA MUNDIAL: DOS EUA PARA A ÁSIA E EMERGENTES
Nas últimas décadas, a Ásia cresceu muito mais rápido do que o resto do mundo, expandindo sua importância na economia mundial. Desde a entrada da China para a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001, 2/3 do crescimento do mundo vem dos países emergentes e apenas 1/3 de EUA, Europa e Japão somados. Na próxima década, esta tendência será ainda mais marcante. O crescimento nos países ricos será frágil e nos emergentes recorde. Enquanto China e Índia sustentarem um crescimento acelerado, o Brasil continuará a se beneficiar.
DOMÍNIO ASIÁTICO E DE PAÍSES EMERGENTES: AS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO
Empresas emergentes vêm ganhando destaque no cenário mundial e já são as maiores do mundo na maioria dos setores, incluindo bancos, telecomunicações, petróleo e automóveis. Várias empresas brasileiras, como Petrobrás, Vale, JBS, Ambev, Embraer e muitas outras se tornaram líderes globais em seus setores. Com isso, as maiores operações de mercado de capitais passaram também a ocorrer em mercados emergentes.
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